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terça-feira, 10 de agosto de 2010

Portugal, um "Estado Social"?

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Realmente é triste ver um povo que já nada tem que possa ser roubado, mas que continua ininterruptamente a ser depenicado. É como se já só estivesse em cuecas e mesmo essas as quisessem roubar. Perante esta realidade, é sem dúvida um castigo ter-se nascido português – eu sei, há piores destinos, mas o mal dos outros não torna o meu mais aprazível. A relação entre “Estado Social” e Portugal tem para mim o mesmo valor que a relação entre “Estrelas do Guia Michelin” e o “Mac Donalds” – Portugal nunca foi um estado social – pelo menos quando comparado com o que se passa no norte europeu. Eles atrevem-se a tanto porque o povo português é sereno*. Ao tentarem-me convencer que Portugal é um "Estado Social" estão a chamar-me parva. Queridos amigos aí em Portugal: PORTUGAL NUNCA FOI UM ESTADO SOCIAL E ELES JÁ NOS ANDAM A ROUBAR AS CUECAS!  

Num país europeu ocidental, todos os indivíduos, mesmo aqueles que por qualquer razão perderam o direito ao subsídio de desemprego, são-lhes garantidas outras subvenções. Na Alemanha por exemplo, o Hartz IV e outras "regalias",  permitem aos seus beneficiários um nível de vida superior ao de muitos portugueses que trabalham mais de 42 horas por semana. Em Portugal, desempregados que deixaram de receber o subsídio de desemprego; são uns desgraçados - desenrrasquem-se se puderem e se forem apanhados a roubar, o problema é deles. O estado então, irá finalmente tratar deles! É a isto que eles querem chamar um Estado Social?

Ter que pagar impostos a estes chulos vaidosos, era o pior que me podia acontecer. Por isso, prefiro andar por terras longínquas, a sofrer de saudades do bacalhau, do que pagar impostos para que políticos  corruptos tratem da sua (deles) conta bancária.
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